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PLANO NACIONAL DE JUVENTUDE

Essa sexta, como foi avisado, estive na prefeitura conversando com a Coordenadoria da Juventude sobre o Plano Nacional de Juventude. O que ser isto?

Seguinte: A Câmara dos Deputados quer aprovar um conjunto de propostas para lidar especificamente com questões da juventude, por pelo menos 10 anos. Para isso, foi elaborado um conjunto básico de propostas que está sendo submetido a sociedade (nóis!!) pra ver se a gente concorda, discorda ou acrescenta algo. Com todas essas contribuições, será elaborado e votado o plano final. Essas consultas à sociedade estão sendo feitas nos municípios, depois levadas a assembléias estaduais e depois vai rolar uma reuniona em Brasília.

E o que o E-jovem tem a ver com isso?

É que o plano é todo dividido em temas, e um desses temas é justamente o jovem homossexual. Eeeeeee!! Mas claro que não precisamos ficar restrito a esse subteminha. E-jovens podem contribuir em TODAS as temáticas - principalmente, educação, saúde, cultura, etc...

Entao é isso. Sábado vou levar o Plano no E-jovem pra gente discutir. E teremos uma reunião pra TODO mundo ir no dia 30 de novembro, o dia inteiro, na Estação Cultura (é quando todas as propostas, de todos os grupos jovens da cidade, serão debatidas). Mas disso a gente fala sábado também.

Inté!!

Deco



- Postado por: E-Campinas às 4h43 PM
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TEM ALGUEM AÍ??

Às vezes parece que eu teclo sozinho aqui... Alguém poderia deixar um comentário só pra eu ver que vocês estão vivos??

Obrigado.

Esse sábado tem encontro na TABA, às 18h de sempre. Tomara que a Lys e a Aira já estejam de volta pra nos contar tudinho de Brasília...!

E dessa vez a peça estará pronta!!

Ah, amanhã (sexta) vou ter uma reunião sobre juventude gay na prefeitura - alguém quer ir comigo?? Deixa comentário e me ligue...

Beijo do Deco



- Postado por: E-Campinas às 4h10 PM
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A relação entre pais e filhos homossexuais
(matéria do Fantástico de 06.11.2005)
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/Fantastico/0,,AA1067327-4005-375846-0-06112005,00.html

Uma cena marcou os últimos capítulos da novela “América”: a cena em que Júnior, personagem de Bruno Gagliasso, confessou à mãe, Dona Neuta, vivida por Eliane Giardini, que era gay. Como os pais, na vida real, reagem diante de uma notícia dessas?

“Imagina ter um filho que eu falo ‘não aceito mais você’, e aí não ficar sabendo mais da vida dele. De jeito nenhum, né filho!”, diz Vera, que é mãe de Wagner e sogra de Rafael, namorado de seu filho.

“É muito estranho você ouvir: ‘Você é gay’ e um ponto de interrogação na mesma frase. Seu mundo meio que pára assim, você não sabe o que fazer”, confessa Rafael.

Essa perplexidade confunde as coisas. Diante do inesperado, da notícia de que seu filho ou sua filha é gay, pais e mães simplesmente não sabem como agir.

“Fiquei nervosa, comecei a chorar, na hora não aceitei de jeito nenhum. Xinguei bastante, não aceitava de maneira nenhuma”, diz Sandra, mãe de Chesller.

“Ouvir a notícia de que meu filho é gay não foi difícil para mim. Desde pequeno o Eduardo tinha atitudes femininas. Eu aguardava quando ele tivesse na maioridade e pudesse chegar para mim e dissesse ‘mãe eu sou gay’ para poder ajudá-lo”, conta Rêni Silveira, do Rio de Janeiro.

Nem toda família tem esse processo tão tranqüilo assim. Em São Paulo, a família do Wagner soube quando uma ex-namorada ligou para contar para o pai.

“O pai dele ligou para mim e falou: ‘Imagina, o Wagner é gay. Eu vou expulsar ele de casa’. Gritou comigo. Eu falei ‘espera aí, você não fala com ele, você não abre a boca. Eu vou aí’. “Eu falei, você tem que ser pai acima de tudo. Pai é aquele que apóia, não é? Dizem que os pais têm amor incondicional não é?”, lembra Vera.

“A minha mãe escolheu um caminho mais fácil. Ela escolheu respeitar, e não querer mudar, o que é um erro que muito pai comete”, afirma Wagner.

“Ela queria me mudar no começo. A Ajuda dela era me mudar. E vai atrás de psicólogo, vai atrás de padre, vai atrás de pastor”, revela Chesller.

“Uma vez eu estava no ônibus de madrugada, quando uma senhora me rezou achando que eu estava com a pomba gira. Eu brinquei e ela acabou descendo do ônibus de madrugada mesmo, preocupada. Essa história aconteceu depois que eu conversei com a minha mãe. Depois que eu tive a conversa ficou tudo mais tranqüilo. Para mim era mais fácil poder brincar na rua e pode aceitar essas coisas”, conta Eduardo.

“A conversa com Eduardo não foi surpresa para mim, foi surpresa para ele que já estava com a malinha pronta para ir embora. Eu eu disse que ele não ia embora, que nada tinha mudado. Falei que ele poderia trazer o namorado aqui, assim como o seu irmão traz a namorada. Foi uma surpresa excelente”, diz Rêni.

Mas a mãe de Campinas soube quando ouviu sem querer o filho conversando com uma tia. “‘Me conta, o que você tem para falar para mim?’ Eu fiquei mudo né, estático. Perdi a cor!”, lembra Chesller.

“Eu me arrependo do que eu fiz, da reação que eu tive e das coisas que eu falei na hora. Como mãe, a gente fica muito nervosa de saber uma coisa dessas”, comenta Sandra.

“Eu sempre disse para ele para não dar confiança para o que as pessoas falam, para o que as pessoas dizem, porque o mundo não está preparado ainda. Eles criticam, debocham”, explica Rêni.

Mas o filho de Rêni não escutou os conselhos da mãe. “Geralmente quando alguém faz algum tipo de deboche ou uma brincadeira desagradável na rua, eu sempre reajo”, confessa Eduardo. “Fico muito preocupada com isso, porque eu não quero que o Eduardo sofra”, diz a mãe de Eduardo.

Esse sentimento da Rêni muitas mães podem entender. “Eu não quero que ele sofra”, revela Sandra. “Eu nunca ouvi ela falar assim”, diz o filho Chesller.

“É lógico que ele vai sofrer. Ele pensa que não, mas a gente sofre, eu sofro. Quando mexe com ele na rua, que já aconteceu com a gente, de mexerem com ele na rua, eu chego a chorar”, diz Sandra, mãe de Chesller.

Nem sempre é possível ter coragem. Uma mãe de Curitiba, por exemplo, só aceitou dar entrevista com seu filho se seus rostos não aparecessem.

“A preocupação maior é o que o vizinho vai falar, o que a vizinha vai dizer, o que Fulano vai falar. Porque sempre é normal na casa do vizinho ter um problema - e na sua casa, nunca tem problema”, diz a mãe.

“Você não pode chegar e já dar a cara para bater porque nem sempre a surra é leve”, alerta Vera.

O segredo então é o apoio da família? “Com certeza. Com o apoio da família fica tudo bem mais fácil. Tendo o apoio deles eu fico tranqüilo”, conta Eduardo. “A vida fica completamente normal. Não muda absolutamente nada”, declara Rêni, mãe de Eduardo.

Em São Paulo, Wagner e Rafael têm dicas para isso. “Nunca é tão ruim quanto você pensa. Acho que você pode confiar um pouco no amor dos seus pais, sim”, acredita Rafael.

“Eu faço da mesma forma que meu irmão fez: namorou, conheceu a namorada, trouxe em casa, apresentou para minha mãe. Eu faço da mesma maneira. Não é porque eu sou gay que eu não posso fazer a mesma coisa que meu irmão, que é heterosexual, faz”, explica Chesller.

“Eu sei que eu vou poder contar com ele sempre, pra tudo e qualquer coisa, ele pode contar comigo para tudo e qualquer coisa”, diz Vera.

“Pessoas que retribuem o seu amor têm que saber. Pessoas que você realmente gosta, valem a pena saber, têm que saber”, diz o jovem de Curitiba.

“Não estou pedindo autorização para ser quem eu sou. É respeitar”, desabafa Wagner.



- Postado por: E-Campinas às 5h10 PM
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